Histórico
InstitucionalA Casa Militar foi fundada através do Decreto nº 1334, de 03 de abril de 1946 com a missão de prestar assessoramento direto à Governadora de Pernambuco, realizando sua segurança pessoal e prestando assistência nos assuntos de segurança pública e referentes às Forças Armadas. Até aquele ano, este tipo de missão era executada por Oficiais da Polícia Militar, comissionados nas funções de Ajudantes-de-Ordens.
O primeiro Chefe da Casa Militar foi o Tenente-Coronel JOSÉ BEZERRA DE AMORIM, então Ajudante-de-Ordens do Interventor Federal no Estado, Dr. JOSÉ DOMINGUES DA SILVA, nomeado pelo Ato nº 976, de 06/04/1946.
A Casa Militar teve suas atribuições ampliadas conforme a Lei nº 15.664, de 10 de dezembro de 2015, que lhe conferiu também a competência de prestar apoio e assessoramento de natureza militar e de segurança de transporte à Governadora e à Vice-Governadora do Estado; prestar apoio às autoridades dos Poderes Executivo, Judiciário e Legislativo da União, dos Estados e dos Municípios, bem como outras autoridades, dignitários e personalidades, a juízo do Chefe da Casa Militar; executar as ações técnico-administrativas relacionadas ao transporte de autoridades; planejar, dirigir e executar os serviços de segurança ostensiva e preventiva, interna e externa das instalações físicas do local em que funcione ou venha a funcionar a sede do Governo, ou onde se encontre a Governadora; prestar apoio à administração, referente à manutenção e segurança dos prédios da governadoria e vice-governadoria; executar as funções de segurança ostensiva e preventiva da Governadora, Vice-Governadora e respectivos familiares; proporcionar ações de desenvolvimento de sistemas de comunicações, segurança, transporte aéreo, terrestre e apoio logístico às representações do Estado e autoridades mencionadas neste inciso; exercer atividade de inteligência de natureza administrativa no âmbito de sua missão institucional; classificar o sigilo das informações no âmbito de sua competência; planejar, coordenar, desenvolver e executar as atividades de proteção e defesa civil; prestar o apoio necessário, dando assistência logística, de moradia e alimentar, em casos de urgência e necessidade social; planejar, coordenar, desenvolver, executar e fiscalizar as ações de engenharia.